Cibersegurança: o que é e como se proteger dos ataques virtuais

Empresas que investem em boas estratégias de cibersegurança passam uma imagem mais transparente para os clientes. Cuidar dos dados internos é valorizar não apenas a empresa, mas todo o trabalho realizado por ela.

Boa parte das ações que tomamos hoje em dia acontecem por meio do universo digital. E se a internet é a resposta para grande parte dos nossos problemas, a cibersegurança é a indagação de todo esse contexto. Isso porque, com o aumento das ameaças online, se tornou imprescindível que as empresas busquem estratégias e soluções para proteger suas informações.

Os gestores devem ficar atentos: investir em cybersecurity é, antes de mais nada, investir na empresa. Instituições que prezam por um bom trabalho devem cuidar de seu patrimônio interno de informações, por meio de um bom plano estratégico de segurança de redes.

Como este é um assunto importante para diversos setores, decidimos reunir informações necessárias para você entender melhor o que é cibersegurança, quais as principais ameaças que você pode encontrar no mundo digital e como se proteger dos ataques. Vamos nessa?

O que é e para que serve a cibersegurança?

A cibersegurança é uma necessidade para qualquer empresa grande, afinal o termo abrange uma série de ações tomadas para o ambiente digital, a fim de prevenir invasões maliciosas e proteger os dados de uma empresa. 

A prática protege não apenas os servidores, mas também os dispositivos móveis interligados, os sistemas eletrônicos etc. As ferramentas de cibersegurança têm o objetivo de cuidar não só da etapa de prevenção dos ataques, mas também criar soluções para a rede em casos de exposição. 

Portanto, as estratégias de cybersecurity garantem que o sistema seja protegido mesmo em casos de invasões, dessa forma fica mais fácil de controlar o ataque e salvar boa parte dos materiais em risco.

Protege as empresas, mas principalmente você

Consegue imaginar quais seriam os impactos da falta de cibersegurança na sua vida caso grandes conglomerados – como Google, Microsoft e Facebook – fossem invadidos por ataques maliciosos? 

Os prejuízos seriam grandiosos para milhares de pessoas, incluindo você. Afinal, nossos dados circulam pela internet conforme autorizamos que essas grandes empresas utilizem-os para gerar anúncios e conteúdos personalizados. Algumas das consequências dos ataques seriam incalculáveis. 

Portanto, a cibersegurança protege você de várias ações:

  • Perda de dados armazenados em nuvem;

  • Roubo de senhas e acesso a informações privadas;

  • Dados bancários expostos;

  • Subornos para resgate de informações sigilosas;

  • Manipulação de dados,

  • Onda de spams incontroláveis.

A diferença entre cibersegurança e segurança da informação

Há quem confunda cybersecurity com segurança da informação, mas saiba que há algumas diferenças entre as estratégias. Ambos os conjuntos de ferramentas têm como objetivo cuidar dos dados de uma referida área, mas os dispositivos de segurança da informação referem-se a um campo mais abrangente. 

Isso é: engloba não apenas o universo digital, mas também dados em forma física. É o caso da segurança de dados dos bancos, por exemplo.

Tipos de ameaças virtuais

Agora que você já entendeu o conceito de cibersegurança e quais as principais ações que esse tipo de estratégia realiza nas empresas, é importante entender quais são as ameaças virtuais mais comuns. Depois, vamos falar como você pode se proteger de todas elas.

Foi-se o tempo em que o universo digital era uma “terra sem lei”, cheia de atalhos para roubar dados e invadir o computador. Mas acredite, ainda existe muito. E você com certeza já está familiarizado com termos como “hackers” e “vírus”. O que há tempos parecia óbvio de enxergar, hoje está cada vez mais bem construído.

Os ataques maliciosos muitas vezes se disfarçam de páginas inofensivas ou artifícios parecidos com páginas que estamos acostumados a acessar, tornando o rastreamento mais complicado. 

Uma política de cibersegurança bem feita protege as empresas de caírem nesses golpes, mas ainda assim é importante ficar atento aos principais tipos de ameaças virtuais e como elas funcionam. Confira a seguir. 

  • Malware: tipos de vírus bastante conhecidos, os famosos "cavalos de tróia". Ao serem instalados na máquina, conseguem roubar diversos dados, além de monitorar o usuário e gravar senhas bancárias;

  • Backdoor: parecidas com malwares, mas ainda mais danosas, pois conseguem modificar todo o sistema e se passar pelo usuário para enviar e-mails, instalar programas etc.;

  • Phishing: e-mails enviados de remetentes falsos, que se passam por grandes empresas. Você provavelmente já recebeu um boleto falso, não é mesmo? Lembre-se de denunciá-los e não abra nenhum link que esteja em seu conteúdo;

  • DDoS: o Distributed Denial of Service (em português: Ataque de Negação de Serviço) sobrecarrega os servidores forçando que os mesmos saiam do ar,

  • Spoofing: responsável por falsificar o Protocolo de Internet (IP), se passando por um dispositivo confiável. Assim que acessado, ele ataca outras ferramentas para prejudicar a comunicação.

Para além dos dispositivos externos, a empresa deve se atentar para os ataques internos que vêm dos próprios funcionários. Afinal, com acesso a sistemas e arquivos, o usuário pode implementar dispositivos para copiar os dados. 

É por isso que uma estratégia de cibersegurança deve abranger todos os setores da empresa, por meio de treinamentos e instruções sobre a utilização correta do sistema por parte dos colaboradores.

Como se proteger dos ataques

Esse é um trabalho feito em conjunto não apenas com o setor de tecnologia de informação da empresa, mas entre todos os funcionários. 

Toda empresa deve ter em seu escopo uma Política de Segurança Interna  e treinar todos os envolvidos no processo produtivo para que não apenas os ataques sejam evitados, mas, se acontecer, que a empresa esteja preparada para lidar com a situação. 

Para além das estratégias de cybersecurity definidas internamente, algumas dicas básicas devem ser seguidas tanto por empresas como por usuários, então anote aí as principais:

  • Atualize o sistema operacional: atualizar os softwares permitem que você utilize os pacotes de segurança mais recentes da plataforma;

  • Mantenha o antivírus ativado: independente do programa que utilizar, lembre-se de nunca desativá-lo do sistema, pois são eles que detectam possíveis ameaças;

  • Senhas fortes: nada de utilizar uma mesma senha óbvia para todas as redes, é recomendado que cada plataforma tenha a sua, com diferentes símbolos e caracteres; 

  • Analise os remetentes do e-mail: recebeu um boleto online ou um link suspeito? Não clique em nada e lembre-se de denunciar se o conteúdo for suspeito,

  • Evite redes wi-fi abertas em locais públicos: sistemas wi-fi que não se utilizam de senhas são mais fáceis de serem invadidos.

Como foi possível notar ao longo do texto, definir uma boa estratégia de cibersegurança é um requisito fundamental para as empresas, mas para além disso, é fundamental também para usuários comuns.

Investir em cybersecurity é investir na segurança do seu negócio, por meio de práticas que geram uma boa imagem no mercado. Empresas que se utilizam dessas ferramentas são mais bem vistas e passam uma imagem transparente para os clientes e investidores. 

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